Os amantes da pescaria têm as suas opiniões e preferências quando o assunto é isca. Entre as naturais e as artificiais, cada uma delas apresenta as suas particularidades, funções e vantagens ou desvantagens, de acordo com a espécie de peixe e o tipo de ambiente. Portanto, a experiência conta bastante no momento de decidir qual utilizar.

As iscas naturais são compostas, de modo geral, por alimentos consumidos pelo homem e também por insetos, que, em algumas culturas, são degustados.

Na água salgada, são utilizados pequenos peixes, crustáceos e miolo de pão. Para a pesca de água doce, pedaços de frutas, minhocas, insetos, caranguejo, postas de peixe, rã etc. Além disso, há diferentes iscas que funcionam melhor para cada espécie de peixe. A seguir, vamos aprender as informações mais importantes sobre iscas naturais!

Quando utilizar cada uma delas?

A partir dos peixes mais comuns na pesca esportiva de água doce no país, podemos listar:

  • tilápia: minhocas, guabi (ração de peixe), massas, milho, queijo, tenébrios;
  • carpa: massas variadas de aroma doce (como maracujá, amendoim, erva-doce, leite condensado, coco);
  • pacu/tambaqui/tambacu: salsicha, mortadela, queijo, pão, minhoca, minhocuçu, goiabada, pequenas tilápias e frutinhos.

Outros preferidos e suas iscas mais habituais:

  • traíra: fígado de boi e de galinha, pequenas tilápias e lambaris;
  • pirarara: manjubas, lambaris, sardinhas, tuviras, cabeça e guelra de tilápia, coração de boi, coração e fígado de galinha, salsicha e queijo;
  • piapara/piau: milho, pequenos frutos, coquinho;
  • cachara/pintado: salsicha e também minhoca, minhocuçu, tuviras e tilápias.

Existe uma maneira correta de fixação?

Tão importante quanto conhecer as águas do local escolhido para a pesca é saber lançar mão do melhor tamanho de isca para o peixe pretendido, já que, por exemplo, uma isca muito grande não funcionará para um peixe pequeno. Além disso, é claro, é importante conhecer o correto posicionamento da isca no anzol.

A parte pontiaguda nunca deve estar coberta, senão, a fisgada será frustrada. A maneira certa é deixar o anzol parcialmente coberto, com partes reflexivas bem aparentes, e a isca, bem presa. Existe um acessório para auxiliar, que é um fio elástico denominado elastricot. O arremesso pode fazer com que a isca se solte, por isso, essa verificação é necessária.

Quais são as melhores iscas naturais?

Dependendo da superfície onde a pesca será realizada, há aquelas mais indicadas.
O minhocuçu é a isca natural mais utilizada na pesca de água doce, até por sua facilidade de coleta e transporte, além de atrair a maioria dos peixes. As massas também entram aqui, bem como as iscas de moscas, mais voltadas para as trutas.

Ao falarmos de pesca marinha, os camarões são praticamente uma unanimidade.
Não há problema em utilizá-los tanto vivos quanto mortos como isca em águas salgadas.
Outra característica que o coloca como o campeão nessa modalidade de pesca é o fato de atrair quase todas as espécies de peixes marinhos.

Preparar uma isca é mais simples do que se imagina. Por exemplo, as muito utilizadas massas feitas de trigo podem ser cruas ou assadas, como o pão. Talvez um fator mais importante seja o acondicionamento e o transporte das iscas naturais. As minhocas devem estar em uma caixa com terra úmida, enquanto camarões, caranguejos e pequenos peixes, envoltos em jornal com gelo, dentro de um recipiente térmico.

Gostou deste conteúdo? A pesca nos faz muito bem e isso é conhecido. Sendo assim, que tal ler nosso outro post e conhecer mais benefícios?