Mesmo entre os pescadores de maior experiência, a opção pela isca mais apropriada pode suscitar várias dúvidas.

E com razão: a escolha do material adequado depende de uma série de fatores e condições, e a assertividade na seleção das iscas artificiais ou naturais pode determinar o sucesso ou o fracasso da experiência de pesca.

Neste post, mostraremos quais as principais diferenças entre as iscas e sinalizaremos suas vantagens e desvantagens, ajudando você a escolher o material ideal de acordo com os seus objetivos. Vamos lá?

Iscas artificiais ou naturais

Antes de qualquer coisa, é importante saber que as particularidades da sua prática vão influenciar diretamente na escolha de seus equipamentos. Engana-se quem pensa que todos os tipos de isca têm o mesmo desempenho: avaliar as condições do ambiente é fundamental para se planejar e obter bons resultados.

As iscas artificiais podem ser produzidas em diversos materiais (plástico, metal e madeira, por exemplo) e são mais indicadas para pescas de arremesso. De acordo com a profundidade do local em que serão lançadas, as iscas variam consideravelmente: é preciso optar entre as de superfície, de meia água e de fundo.

No que se refere às iscas naturais, sua eficiência durante a pesca esportiva é semelhante à encontrada nos materiais artificiais — e, novamente, um exame antecipado do ambiente é essencial para selecionar os tipos certos de isca e garantir uma boa performance. A água, por exemplo, se doce ou salgada, interfere diretamente no tipo mais indicado.

De forma geral, portanto, a escolha da isca deve derivar, principalmente, das condições do local em que a atividade de pesca será executada. Não negligencie essa etapa e aumente as suas chances de êxito!

Vantagens e desvantagens de cada tipo 

As iscas artificias são eficientes, práticas e versáteis. Uma vez que não são consumidas pelo animal no momento da captura, não é necessário substituí-la a cada novo arremesso. Ou seja: diferentes tipos de peixes podem ser atraídos repetidamente pela mesma isca, resultando, também, em economia no momento da compra de iscas.

Além disso, por se tratar de material inanimado, sem vida, a isca artificial demanda intensa atividade do pescador: é preciso simular manualmente os movimentos da isca, de forma a atrair os predadores. É ideal para os esportistas mais dinâmicos, mas não tão interessante para aqueles que preferem a tranquilidade.

No caso das iscas naturais, muito embora seja possível obtê-las gratuitamente da natureza, trata-se de um procedimento que exige tempo e disponibilidade. Uma vez reunidas — caçadas ou adquiridas comercialmente —, é preciso tomar certos cuidados no seu transporte: deve-se armazená-las em sacos que bloqueiem a absorção de luz ou deixá-las imersas em gelo, por exemplo.

Em função de sua característica viva, não é preciso simular movimentos após o arremesso, mas os pescadores precisam ficar atentos às diferentes iscas recomendadas para água doce ou salgada, já que as presas apresentam eficiência diferenciada, a depender da condição.

Atenção à qualidade do material

Independentemente do tipo de isca escolhido, é fundamental se certificar da qualidade do material: no caso das iscas artificiais, dê preferência a itens duradouros e garanta a utilização repetida de uma mesma isca, conservando-a e armazenando-a adequadamente antes e depois da pescaria. A economia vale a pena!

No caso das iscas naturais, esteja ciente das condições apropriadas de armazenamento para que não haja frustrações durante a atividade, atentando ainda mais firmemente às particularidades do ambiente escolhido.

Ao planejar sua próxima pescaria, considere as vantagens e desvantagens listadas acima no momento de selecionar as melhores opções de iscas artificias ou naturais. Uma avaliação prévia é fundamental para garantir uma boa performance!

E mais uma dica: caso você esteja considerando pescar em locais de água salgada, não deixe de consultar nosso conteúdo sobre as melhores iscas para peixes de água salgada!